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![]() No segundo que vi você.
Minha retina escaneou sua figura Reta, vertical e longilínea. Sua presença inundou espírito. O oxigênio parecia mais leve As cores mais vívidas. Elipses oculares feixavam o ambiente. E lá fora, o burburinho enfadonho diminuiu tanto que cheguei a pensar que a pausa fosse real. A síncope musical da sua presença. Sua alma inteira iluminada preenchia o ambiente Que reverberava sua essência, e distribuía satélites. Ficava pensando Quem seria você? O que faz você ser tão exótico? Tão reluzente? Tão único? em meio um mar de mesmice. Meus olhos em flashes fotografavam e filmavam.... Acompanham sua natureza como se fosse novela. Então, surge o som de sua voz. O fonema curetava meus ouvidos para em seguida se cauterizar com sua semântica. A voz não era suave. Não era aguda. Não era estridente. Era contralto e vagando entre os extremos me pedia uma informação. Num ímpeto, meu silêncio sangrava e meu nervosismo me denunciava deixava impressões digitais indecentes em minha fala e em minha alma. No imediato segundo que vi você... Fui alvejada pela flecha certeira pels conexão invisível, imperceptível, E, a sedução inata presente em você... transbordava de forma elegante. A admiração irremediável de ver você definitivamente passar, por um segundo apenas em minha vida. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 04/08/2017
Alterado em 07/08/2017 Copyright © 2017. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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