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![]() Quem pode conhecer
seus próprios limites? E quando é que o abismo acaba? O pé vai tateando a beira. E vai procurando o fim. O fim obscuro. O fim do abismo. E a razão em destino Mirando nossa consciência. Que lateja em dor. Conhecemos e não conhecemos Há uma névoa penumbra do pensamento que vaga e procura sentidos, coleciona imagens e significados. Mas, se os significados mudaram? E, se migraram para outra dimensão? E, de onde estou, a luneta não me enxerga. Mas ver é apenas enganar-se Só se vê realmente com os olhos da alma com os sentidos mais profundos. Quando se percebe o poliedro As múltiplas facetas. A luz e a treva O côncavo e convexo O limitado e o infinito A alma e o corpo A morte e a vida juntos como as faces de uma moeda E carrear todos os medos Todos os segredos E tanta circunstância circunscrita circunferência... Âmbitos Antros Amálgama A liga metálica a vincular tudo Sub-repeticiamente A formar o mosaico rebuscado do mundo. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 03/03/2018
Alterado em 12/03/2018 Copyright © 2018. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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