![]() |
|
![]() Nessa manhã, conversei com orvalho debruçado sobre uma rosa pleonástica. Rosa rosácea. E, o orvalho fruto do sereno, confidencializava-me a beleza de existir. O mistério de existir e de toda semântica em volta. Não colhi a rosa. Deixei intacto o orvalho que acabou secando com sol, o imperador de calor e luz. Ah! quantas primaveras acumuladas há nos amores e afetos humanos. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 25/07/2022
Copyright © 2022. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|


