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![]() Eis que a morte serve de lembrete da vida. A cor do céu fictício era azul e o horizonte era violeta. E a escala de cores ia pelo infinito a fora, em ondas de reticências e poesia. E, pungente nos condena a ver os outros morrerem... Depois de sofrer e carregar seu corpo. Aquela sensação sussurrada de que nada faz sentido, parece ser um enigma literário... E, deixamos o protagonismo da cena, para um vazio polissêmico. Adeus, marrom. Sentirei saudades. Agradeço a alegria de sua companhia e o significado que vc incorporou. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 25/11/2023
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