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![]() A mão sobre o cinzel. A pintar o sentimento da alma sobre a tela. A lua lá fora envolta dos ventos e, da escuridao da noite. Tão clara e bela. Tão majestosa e soberana. A recriar o mundo, os sentidos, valores e signos sob a trama discreta do momento. O arrebatamento. A dor de cindir-se estar e ser. Ver, exergar e perceber... Tantos verbos. Tantas ações, numa dinâmica gigante e avassaladora. E, giram os ponteiros do relógio. Temo que o ajuste peitoral serve para conter os sentimntos tão violentos viscerais.
GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 10/01/2024
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