![]() |
|
![]() DuendesA origem da palavra "duende" vem do espanhol "dueno de casa" (dono de casa) referindo-se a um espírito travesso que habita lares, foi popularizo no folclore ibérico-latino-americano, apesar de que suas raízes se misturam também com lendas celtas e nórdicas como sendo seres mágicos da natureza, tal como os elfos, gnomos que podiam tanto ajudar como atrapalhar os humanos. Inicialmente, o duende era tido como um espírito, muitas vezes com a aparência de anão e que viva dentro das casas, causando travessuras ou, se bem tratado, ajudando nas tarefas. Em 1583, os dicionários franceses incorporaram o termo gnome para identificar “pequenos gênios deformados que habitam a Terra”. De fato, na mitologia medieval, esses seres eram representados como pequenos velhos corcundas. No entanto, em 1937, ganharam uma representação mais simpática como no desenho de Branca de Neve e os Sete Anões produzido por Walt Disney. As primeiras narrativas sobre semelhantes seres datam da Antiguidade Clássica, e com os mitos celtas]e escandinavos que envolviam efós e anões, criaturas dotadas de poderes mágicos e habitantes da floresta. A imagem do duende como ajudante do Papai Noel, os elfos natalinos fora popularizada nos EUA no século XIX e foi baseados em tradições europeias, porém, é diferente do duende de origem ibérica. Eis o rol de características comuns: Travessos e Mágicos: Geralmente pequenos, com poderes sobrenaturais, sendo brincalhões e às vezes maliciosos. Moradores Ocultos: Vivem em um mundo paralelo, mas interagem com o humano, podendo ser protetores ou caóticos. Rituais: Antigamente, deixava-se comida (como mingau) para apaziguá-los, e bater na madeira era um costume para agradá-los As primeiras histórias com duendes são da Antiguidade, porém só recebeu esse nome no século XIII, quando a palavra duende passou a constar do vocabulário espanhol. Dependendo da região de origem, essas criaturas poderão assumir formas e nomes diferentes. Dentro dos contos medievais irlandeses do século XIV nasceu leprechaun, um anãozinho ue esconde um pote de ouro. Na obra do alquimista Paracelso, no século XVI, surgiram os gnomos que eram exímios artesãos e viviam isolados na floresta. Na Inglaterra, todos esses personagens são chamados genericamente de goblins, na Escócia como brownies e, em boa parte do Velho Continente são simplesmente anões. Na maioria das narrativas, os duendes são retratados como sendo pequenos espíritos esverdeados e travessos, que vivem em universo paralelo, mas interferem nos destinos humanos, quando bem tratados, são ajudantes em tarefas domésticas, porém, se ficarem zangados, podem aprontar como azedando uma jarra de leite, ou até inventando pesadelos para atrapalhar o sono. Era costume em algumas regiões da Europa deixar um prato de mingau para agradar essas criaturas, ou bater três vezes na madeira para desejar-lhe boa noite. As lendas de duendes na Antiguidade serviam para atender a eterna necessidade humana de encontrar respostas para vários fenômenos inexplicáveis. Esses mitos realizavam um papel que a religião ocupou papel importante. Já com o progresso do cristianismo na Europa, os duendes acabaram sendo demonizados. Sendo vistos como sendo anjos caídos ou pequenos diabos, tanto ue muitos são representados com chifres e rabo pontudo. Em regiões mais isoladas da Alemanha, acredita-se na lenda de que crianças que nascem com algum defeito físico, em verdade, são filhos deformados de duendes que foram trocados.
GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 06/02/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|


