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![]() A crise da criseA crise institucional do STF em 2026 é marcada por intensos embates internos e externos, focados na expansão de poderes investigativos (milícias digitais, 8 de janeiro), vazamentos envolvendo ministros, como o caso do Banco Master, e tensões com o Legislativo. Há suspeitas de autoproteção e riscos à democracia, com críticas sobre a "politicização" da Corte. Eis os principais pontos da crise: Impacto das Mensagens Vazadas: Mensagens do ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, pressionam a corte e diminuem a rede de apoio interno. Gestão de Casos e Suspeições: A atuação do ministro Dias Toffoli e a redistribuição incomum de relatorias, como no caso do Banco Master, geraram desgaste e questionamentos internos sobre a necessidade de declaração de suspeição. Conflitos com o Legislativo: Liminares monocráticas, como as proferidas pelo ministro Gilmar Mendes sobre regras de impeachment de ministros, geraram acusações de usurpação de competências do Congresso. Expansão de Poder e Investigação: Críticos apontam que o STF ampliou procedimentos investigativos sem prazos definidos e com escopo ilimitado, gerando atritos com outros poderes. Riscos Democráticos: Especialistas alertam que a erosão da autoridade do tribunal por pressões e politização diária pode colocar em risco a estabilidade democrática. Apesar da crise, há visões divergentes, com alguns setores considerando a crise "artificial" e argumentando que o tribunal age para proteger a Constituição Federal vigente.
GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 07/03/2026
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